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Venda online de artesanato é saída para pequenos empresários E-commerce pode ser principal fonte de renda de artes


O sistema de e-commerce tem alavançado as vendas de pequenos 
empreendedores brasileiros. Com a ajuda de plataformas cada vez mais
completas, artesãos de todo o País têm projetado lojas com seus itens 
personalizados e feito sucesso entre os consumidores. Esse é o caso da 
estilista de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, Paula Ribeiro,
que vende bolsas pela internet desde 2010.     
Após uma fase amadora, quando apresentava seus produtos pelo Orkut ou na
faculdade, a jovem descobriu o site Elo 7, especializado na venda de itens 
manufaturados, que atualmente soma cerca de 140 mil vendedores. Desde então
Paula vive do negócio, comercializando uma média de 50 produtos por mês.  
“Todos me perguntam se eu gostaria de ter uma loja física, mas acho que essa 
realidade exigiria uma administração mais complexa e mais cara. Com o 
e-commerce não tenho gastos elevados e vendo para todo o Brasil”, afirma. “A
loja online ajuda a dar mais credibilidade ao negócio, pois garante uma seguran-
ça maior para o consumidor, principalmente por conta do meio de pagamento,
além de alcançar um número maior de pessoas”, afirma.  A estilista do ABC é 
parte do grupo de empreendedores analisado pela plataforma Elo 7, que tem como
sua principal ou única fonte de renda o mercado artesanal na rede. A proposta do
site, lançado em 2008, é a comercialização de produtos artesanais e autorais.
“O mercado brasileiro de artesanato movimenta cerca de R$ 28 bilhões por ano”,
diz a gerente de marketing do Elo7, Renata Castilho.
A oportunidade de estabelecer uma plataforma que daria voz aos pequenos criati-
vos no País também foi um dos motivos que levou à criação da Loja Integrada. 
O diretor da marca, Adriano Caetano, afirma que a chance de lançar o site surgiu
com uma demanda percebida entre o público que compõem o segmento.
“Queríamos apresentar uma opção ao pequeno investidor que o libertasse 
daquele velho hábito de contar com o sobrinho que manjasse de informática
para ter a própria loja online ou site”. Caetano administra na Loja Integrada
pelo menos 300 novas lojas por dia, cada uma com custo mínimo de R$ 29 
mensais para a exposição de cem produtos diferentes. O gasto médio dos
consumidores na Integrada é de R$ 114.
Lá, são aceitos itens de qualquer natureza, de artesanato decorativo a 
eletrônicos. “Mesmo cadastrando muitos itens que não são autorais, de longe,
os destaques de vendas estão com as criações de moda e acessórios femi-
ninos, junto produtos que possuem apelo esportivo ou musical, como capa 
de celular de determinada banda ou time”, completa.

fonte http://economia.terra.com.br/



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